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ISRAEL

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Apresentação

O território ocupado pelo Estado de Israel não é um novato no mundo do vinho, pelo contrário. A história vitivinícola local remonta há milhares de anos, ostentando registros bíblicos! E nunca se deixou de elaborar vinho nesta “terra santa”.

Se vinhos kosher é tudo o que você já ouviu falar sobre os vinhos de Israel, prepare-se para aprender um pouco mais. A verdade é que nem todo vinho de Israel é classificado como kosher. Embora em minoria, há exemplares não kosher assinados por pequenos produtores e elaborados em quantidade limitada e que, por isso, dificilmente são exportados. A maior parte do vinho de Israel que chega até nós é mesmo kosher e ele tem um mercado garantido: a comunidade judaica, para a qual vinho é um dos itens indispensáveis nas celebrações religiosas.

Um dos mais mundialmente famosos vinhos de Israel são os doces à base da uva Concord – que, na verdade, deixam a desejar em termos de qualidade. No entanto, Israel, como o resto do mundo, foi impactado pelos novos conhecimentos vitivinícolas e tecnologias de vinificação e seus tintos e brancos melhoraram incrivelmente nos últimos 30 anos.

Atualmente, os produtores do país – há cerca de 300 vinícolas — conhecem muito bem as peculiaridades de seus terroirs. São cinco grandes regiões produtoras, de norte a sul, com altitudes e topografias variadas, entre montanhas e planícies beirando o litoral: Galileia, Samaria, Samson, Judeia e Negev. Com uma costa abençoada pelo clima mediterrânico, o Estado de Israel é um ótimo “anfitrião” das uvas francesas, como Cabernet Sauvignon, Merlot, Syrah, Pinot Noir, Muscat, Chardonnay e Sauvignon Blanc. E apesar de mais caros do que vinhos de outras origens, vale a pena provar as maravilhas geradas nesta “terra santa”!

O que são vinhos kosher?

Alimentos e bebidas kosher seguem as normas da Torá, que é o livro sagrado dos judeus. No caso do vinho, sua produção deve ser supervisionada por um rabino e apenas judeus ortodoxos podem manipular as uvas e o vinho. Isso não significa que toda a equipe de enologia precisa necessariamente ser religiosa, mas para ter contato físico com a bebida e equipamentos é necessário ser judeu. Não para por aí, há outras regras a serem seguidas, por exemplo, não se deve utilizar videira com idade inferior a quatro anos, nem cultivar outras plantas, além da parreira, no vinhedo. E se ele ocupar terras bíblicas, é obrigatório interromper a produção uma vez a cada sete anos. Dá para perceber que se trata de um método bastante rigoroso, mas que tem um valor inestimável para a comunidade judaica.

 

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