Vinho tinto Cartuxa Reserva - 2014

Vinho tinto Cartuxa Reserva – 2014

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O vinho tinto Cartuxa Reserva é resultado de uma seleção rigorosa de uvas Alicante Bouschet e Aragonez de vinhas velhas, da Fundação Eugénio de Almeida, um dos maiores nomes dos vinhos do Alentejo. Imponente e, ao mesmo tempo, elegante é um dos mais cultuados vinhos tintos de Portugal. Tem um nariz  rico em notas de fruta madura combinadas a nuances tostadas. Na boca é sofisticado e concentrado, com taninos finos, textura aveludada e um final persistente.

Pontuação: 91 pontos Robert Parker
País: Portugal
Região: Alentejo
Produtor: Fundação Eugénio de Almeida
Tipo: Tinto
Teor alcoólico: 15%
Volume da garrafa: 750ml
Temperatura de serviço: 16 a 18ºC


Alentejo
Alentejo

Vinificação

As uvas Alicante Boushcet e Aragonez são provenientes de vinhas velhas, da Fundação Eugénio de Almeida. Após a colheita, ocorre desengace total e ligeiro esmagamento. A fermentação é realizada separadamente por castas, em cubas de inox e balseiros de carvalho francês com temperatura controlada. Segue-se maceração durante quinze dias. No final, o vinho estagia durante quinze meses em barricas novas de carvalho francês e por mais quinze meses na garrafa.

Harmonização

Carnes vermelhas grelhadas e assadas, massas com molho vermelho, risotos incrementados, embutidos e queijos maduros.

Sobre a vinícola

A Fundação Eugénio de Almeida é um dos mais ilustres nomes do Alentejo - e de Portugal. Seus vinhos estão entre os tintos e brancos alentejanos mais apreciados tanto no país como no exterior – e especialmente no Brasil. Rótulos como Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e o mítico Pêra-Manca foram determinantes para colocar o Alentejo na rota do vinho mundial, ocupando diversas faixas de preço! A Fundação Eugénio de Almeida possui nada menos que 400 hectares de vinhedos distribuídos em quatro propriedades na subregião de Évora. As castas típicas são as vedetes, entre elas, as brancas Roupeiro, Antão Vaz e Arinto, e as tintas Trincadeira, Aragonez e Casteão. Além dos vinhos bem talhados, saborosos e macios, o edifício Adega Cartuxa é um verdadeiro patrimônio histórico. Na Idade Média, funcionava como Casa de Repouso dos Jesuítas. Em 1776, equipado com um lagar para a fermentação da uva, já abrigava uma adega de produção de vinhos e, como o Mosteiro da Cartuxa fica muito próximo, passou a ser conhecido como Adega Cartuxa naquela época. Em 1869, foi adquirido pela família Eugénio de Almeida, tornando-se para sempre um emblema dos vinhos alentejanos. Hoje, na Adega Cartuxa original é possível conhecer os equipamentos vitivinícolas do passado, como ânforas e depósitos de cimento. Uma nova Adega Cartuxa foi construída sob os conceitos modernos de vinificação e é lá que, atualmente, surgem alguns dos vinhos mais internacionais de Portugal sob a chancela da Fundação Eugénio de Almeida.