Pêra-Manca Branco 2016

Pêra-Manca Branco 2016

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O Pêra-Manca Branco é tão reverenciado quanto sua versão em tinto. Elaborado com as típicas uvas Antão Vaz e Arinto, de vinhedos próprios da Fundação Eugénio de Almeida, e com fermentação parcial em barricas de carvalho francês, o Pêra-Manca Branco esbanja a autêntica personalidade do Alentejo nos aromas intensos, que combinam notas frutadas e minerais. Macio e cheio de frescor, trata-se de um Vinho Branco gastronômico e muito atraente.

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País: PORTUGAL Portugal
Região: Alentejo
Produtor: Fundação Eugénio de Almeida
Tipo: Branco
Teor alcoolico: 13,5%
Tamanho da garrafa: 750ml
Temperatura de serviço: 10 a 12°C


Em até 3x de R$183,00 s/ juros

Alentejo
Alentejo

Vinificação

As uvas Antão Vaz e Arinto são obtidas de vinhas próprias, plantadas em solo granítico. Após a colheita, há seleção dos melhores bagos e desengace total, seguido de ligeiro esmagamento, prensagem e clarificação do mosto. Parte do mosto fermenta em cubas de aço inoxidável. Outra parte, em barricas de carvalho francês com controle de temperatura. O vinho é mantido em contato com as borras finas, ocorrendo bâtonnage periódica, durante doze meses. Após o engarrafamento, passa seis meses na adega antes de ser lançado no mercado.

Harmonização

Pratos de peixes, frutos do mar, aves e queijos.

Sobre a vinícola

A Fundação Eugénio de Almeida é um dos mais ilustres nomes do Alentejo - e de Portugal. Seus vinhos estão entre os tintos e brancos alentejanos mais apreciados tanto no país como no exterior – e especialmente no Brasil. Rótulos como Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e o mítico Pêra-Manca foram determinantes para colocar o Alentejo na rota do vinho mundial, ocupando diversas faixas de preço! A Fundação Eugénio de Almeida possui nada menos que 400 hectares de vinhedos distribuídos em quatro propriedades na subregião de Évora. As castas típicas são as vedetes, entre elas, as brancas Roupeiro, Antão Vaz e Arinto, e as tintas Trincadeira, Aragonez e Casteão. Além dos vinhos bem talhados, saborosos e macios, o edifício Adega Cartuxa é um verdadeiro patrimônio histórico. Na Idade Média, funcionava como Casa de Repouso dos Jesuítas. Em 1776, equipado com um lagar para a fermentação da uva, já abrigava uma adega de produção de vinhos e, como o Mosteiro da Cartuxa fica muito próximo, passou a ser conhecido como Adega Cartuxa naquela época. Em 1869, foi adquirido pela família Eugénio de Almeida, tornando-se para sempre um emblema dos vinhos alentejanos. Hoje, na Adega Cartuxa original é possível conhecer os equipamentos vitivinícolas do passado, como ânforas e depósitos de cimento. Uma nova Adega Cartuxa foi construída sob os conceitos modernos de vinificação e é lá que, atualmente, surgem alguns dos vinhos mais internacionais de Portugal sob a chancela da Fundação Eugénio de Almeida.