Vinho Château Petrus 2014

Vinho Château Petrus 2014

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O Vinho Château Petrus é, simplesmente, um mito. Figura na primeira divisão dos vinhos mais cultuados, raros e caros de todo o mundo. Mas nem sempre foi assim – o Château Petrus despontou como um ícone em meados do século XX, quando a propriedade situada na subregião de Pomerol , onde brilha a uva Merlot, foi parcialmente adquirida pela reputada família Moueix. Esta safra de Château Petrus faz jus a sua fama – é um Vinho Tinto rico em aromas de fruta madura e carnuda, como framboesa, evoluindo para notas de especiarias e chocolate. Concentrado, estruturado e com taninos finos, destaca-se pela extraordinária elegância e pureza. Ideal apreciá-lo após dez anos de garrafa, mas o Château Petrus tem capacidade para evoluir por décadas.

Pontuação: 96 pontos Wine Enthusiast
Pontuação: 95 pontos Wine Spectator
País: França França
Região: Bordeaux
Produtor: Chateau Petrus
Uva: Merlot
Tipo: Tinto
Teor alcoolico: 13,5%
Tamanho da garrafa: 750ml
Temperatura de serviço: 15 a 17°C

Em até 3x de R$5.633,33 s/ juros

Bordeaux
Bordeaux

Vinificação

A colheita das uvas é manual, realizada no período da tarde para proteger os bagos da umidade da manhã. A fermentação acontece em cubas de cimento e, em seguida, o vinho matura em barricas novas de carvalho francês por um período que varia entre 22 e 28 meses. Não é filtrado.

Harmonização

Acompanha carnes e pratos de alta gastronomia.

Sobre a vinícola

Conta-se que Petrus seja um dos primeiros vinhedos de Pomerol, denominação na Margem Direita. Remonta ao século XVIII e tem a peculiaridade de possuir um solo único, formado quase que exclusivamente de argila. Nos 11,4 hectares de vinhedos reina a cepa Merlot (95%), sendo que a Cabernet Franc ocupa 5% da área. As vinhas são antigas e a norma é replantá-las apenas a partir dos 70 anos de idade. Embora figure como o mais desejado e caro vinho tinto do mundo, Petrus só escalou para a elite vitivinícola mundial a partir da década de 1940, quando Jean-Pierre Moueix assumiu a produção e distribuição do vinho. A colaboração de enólogos de peso, como Emile Peynaud e, posteriormente, Jean Claude Berrouet, que esteve à frente da produção de 1964 até 2008, conferiu a Petrus o status que ele tem hoje, disputando de igual para igual em qualidade com os Premiers Crus do Médoc.