Vinho tinto Garzón Tannat de Corte 2016 | DiVinho | Vinhos Online Vinho tinto Garzón Tannat de Corte 2016 | DiVinho | Vinhos Online
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Vinho tinto Garzón Tannat de Corte 2016

Vinho tinto Garzón Tannat de Corte 2016

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Como o nome indica, o vinho tinto Garzón Tannat de Corte Estate é uma mescla com a uva Tannat como protagonista (80%). Acompanhando esta cepa, que se deu tão bem em solo uruguaio, juntam-se as uvas Marselan, Petit Verdot e Cabernet Franc. É um vinho tinto uruguaio com o evidente caráter da Tannat. Tem aromas vivos e frutados e uma textura rugosa e atraente. Vale a pena provar este interessante tinto produzido pela emblemática Bodega Garzón.

País: Uruguai
Produtor: Bodega Garzón
Tipo: Tinto
Teor alcoólico: 14%
Volume da garrafa: 750 ml
Temperatura de serviço: 16 a 18°C

Vinificação

As uvas realizam a fermentação alcoólica em tanques de aço inoxidável com controle de temperatura. O vinho é mantido nos tanques de aço inoxidável entre três e seis meses em contato com as borras. Não ocorre estágio em carvalho.

Harmonização

Carnes grelhadas e assadas com molhos intensos, massas recheadas com molhos à base de tomate, polenta com ragu de carne vermelha, além de embutidos e queijos maduros.

Sobre a vinícola

Pertencente ao Grupo Agroland e fundada pelo argentino Alejandro Bulgheroni, a Bodega Garzón representa o que há de mais moderno no cenário vitivinícola do Uruguai – e de toda a América do Sul. Seu edifício de 19 mil metros quadrados foi concebido segundo as mais rigorosas normas sustentáveis, com certificação LEED (Leadership in Energy & Environmental Design). O processo de vinificação é guiado por um sistema de gravidade e utiliza tecnologia de ponta, consumindo 40% menos energia que outras bodegas da região. A propriedade possui mais de 240 hectares de vinhedos plantados com onze cepas brancas e tintas e fica próxima a Punta del Este, la Barra e Jose Ignacio – famosos pontos turísticos do país. Além disso, tem o Oceano Atlântico, a apenas 18 quilômetros de distância, como aliado -- as brisas marítimas que atingem os vinhedos ajudam na maturação lenta e plena das uvas. Seus vinhedos formam uma verdadeira colcha de retalhos de terroirs distintos, abrigando mil parcelas com altitudes, inclinações e solos diferentes – o que é ótimo para explorar o potencial de cada casta nos variados microclimas. A elaboração dos vinhos é monitorada pelo famoso enólogo italiano Alberto Antonini, que atua como consultor. No dia a dia dos vinhedos e da adega, somam forças o enólogo Germán Bruzzone e o engenheiro agrônomo Eduardo Félix.