Os termos “Novo Mundo” e “Velho Mundo” são bastante utilizados pelos enófilos para indicar a procedência de um vinho. Mas você sabe o que essas denominações realmente significam? Nós, da DiVinho, preparamos esse artigo para você compreender melhor esse tema, confira:

Velho Mundo x Novo Mundo

A denominação de Novo Mundo e Velho Mundo deriva do campo da história e da geografia. O Velho Mundo faz referência a visão de mundo que os europeus tinham até o século XV, abrangendo a Europa, a África e a Ásia. Com a descoberta da América no ano de 1492, foi cunhando o termo Novo Mundo para definir o continente americano e posteriormente a Oceania.

No mundo dos vinhos, o termo Velho Mundo é comumente usado para definir rótulos de países com uma grande tradição em vinicultura, com destaque para Portugal, Espanha, França, Itália e Alemanha. Também entram nessa lista vinhos produzidos na Áustria, Hungria, Inglaterra, Suíça, Romênia, Eslováquia, Croácia, Chipre e Macedônia.

Já entre os países produtores de vinhos no Novo Mundo destacam-se Brasil, Chile, Uruguai, Argentina, Estados Unidos, África do Sul, Austrália e Nova Zelândia.

Vinhos do Velho Mundo

Os rótulos do Velho Mundo contam uma longa tradição no que diz respeito aos métodos de vinificação e aos terroirs. A combinação das condições climáticas com o solo e com os processos de produção mais tradicionais resultam em vinhos de excelente qualidade com características bastante singulares e marcantes.

São vinhos encorpados e de sabor intenso, com elevado teor tânico e maior acidez. Tendem a ser menos frutados e apresentarem aromas mais complexos, com um teor alcoólico equilibrado.

Enquanto os produtores do Novo Mundo procuram destacar a uva utilizada na produção do vinho, os países do Velho Mundo prezam pela notoriedade da região de cultivo. Para conquistar uma Denominação de Origem as vinícolas do Velho Mundo precisam adequar-se à rígidas regras relativas ao método de produção.

As mais famosas regiões de cultivo no Velho Mundo são Bordeaux, Borgonha e Rhône na França, Toscana e Piemonte na Itália, Rioja na Espanha e Douro em Portugal.

Entre as castas mais utilizadas estão Cabernet Sauvignon, Merlot, Pinot Noir, Chardonnay, Sémillon, Sauvignon Blanc, Cabernet Franc, Petit Verdot, Syrah, Sangiovese, Nebbiolo e Tempranillo.

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