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Vinho Cartuxa EA Tinto 2018


Sobre o Vinho

O Vinho Cartuxa EA Tinto foi lançado pela primeira em 1992 e, desde então, tornou-se um grande sucesso de vendas da Fundação Eugénio de Almeida! Elaborado com um corte das uvas Aragonez (Tempranillo), Trincadeira, Alicante Bouschet e Syrah, oriundas de vinhedos localizados na região vitivinícola do Alentejo, em Portugal. De coloração rubi com reflexos granada, no nariz revela aromas de frutas vermelhas maduras e nuances herbáceas. Um Vinho Tinto fresco e fácil de beber. Em boca apresenta boa estrutura, acidez equilibrada e taninos macios. Esse é um rótulo que conta um excelente custo-benefício, sendo uma ótima opção para o dia a dia!

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O Cartuxa EA Tinto 2018 é produzido com um corte das uvas Aragonez (Tempranillo), Trincadeira, Alicante Bouschet  e Syrah, oriundas de vinhedos da Fundação Eugénio de Almeida, na região vitivinícola do Alentejo, em Portugal. As uvas são colhidas no ponto ideal de maturação, passando pelos processos de desengace, esmagamento e prensagem. A fermentação é realizada em tanques de aço inox, sob temperatura controlada de 24°C a 27°C. O vinho, então, é filtrado, estabilizado e engarrafado.   

Acompanha bem carnes vermelhas, massas, pizzas e risotos.   

A Fundação Eugénio de Almeida é um dos mais ilustres nomes do Alentejo - e de Portugal. Seus vinhos estão entre os tintos e brancos alentejanos mais apreciados tanto no país como no exterior – e especialmente no Brasil. Rótulos como Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e o mítico Pêra-Manca foram determinantes para colocar o Alentejo na rota do vinho mundial, ocupando diversas faixas de preço! A Fundação Eugénio de Almeida possui nada menos que 400 hectares de vinhedos distribuídos em quatro propriedades na subregião de Évora. As castas típicas são as vedetes, entre elas, as brancas Roupeiro, Antão Vaz e Arinto, e as tintas Trincadeira, Aragonez e Casteão. Além dos vinhos bem talhados, saborosos e macios, o edifício Adega Cartuxa é um verdadeiro patrimônio histórico. Na Idade Média, funcionava como Casa de Repouso dos Jesuítas. Em 1776, equipado com um lagar para a fermentação da uva, já abrigava uma adega de produção de vinhos e, como o Mosteiro da Cartuxa fica muito próximo, passou a ser conhecido como Adega Cartuxa naquela época. Em 1869, foi adquirido pela família Eugénio de Almeida, tornando-se para sempre um emblema dos vinhos alentejanos. Hoje, na Adega Cartuxa original é possível conhecer os equipamentos vitivinícolas do passado, como ânforas e depósitos de cimento. Uma nova Adega Cartuxa foi construída sob os conceitos modernos de vinificação e é lá que, atualmente, surgem alguns dos vinhos mais internacionais de Portugal sob a chancela da Fundação Eugénio de Almeida.

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