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Vinho Cartuxa Vinea Branco 2019


Sobre o Vinho

O Vinho Cartuxa Vinea Branco é um rótulo da gama Vinea, da Fundação Eugénio de Almeida, uma linha de vinhos ideal para o dia a dia! Elaborado com um corte das uvas Antão Vaz, Arinto e Roupeiro (Códega), oriundas de vinhedos localizados na região vitivinícola do Alentejo, em Portugal. De coloração amarela citrina com reflexos esverdeados, no nariz revela aromas de frutas cítricas e frutas amarelas, além de nuances minerais. Um Vinho Branco fresco e frutado. Em boca apresenta bom volume, acidez bem integrada e um final agradável. Esse é um Vinho Portugues de ótima qualidade em sua faixa de preço, uma compra certeira!

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    Produzido com um corte das uvas Antão Vaz, Arinto e Roupeiro (Códega), oriundas de vinhedos localizados na região vitivinícola do Alentejo, em Portugal. A fermentação é realizada em tanques de aço inox, sob temperatura controlada de 16°C. O vinho, então, é filtrado, estabilizado e engarrafado.    

    Um ótimo companheiro para peixes e frutos do mar.

    A Fundação Eugénio de Almeida é um dos mais ilustres nomes do Alentejo - e de Portugal. Seus vinhos estão entre os tintos e brancos alentejanos mais apreciados tanto no país como no exterior – e especialmente no Brasil. Rótulos como Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e o mítico Pêra-Manca foram determinantes para colocar o Alentejo na rota do vinho mundial, ocupando diversas faixas de preço! A Fundação Eugénio de Almeida possui nada menos que 400 hectares de vinhedos distribuídos em quatro propriedades na subregião de Évora. As castas típicas são as vedetes, entre elas, as brancas Roupeiro, Antão Vaz e Arinto, e as tintas Trincadeira, Aragonez e Casteão. Além dos vinhos bem talhados, saborosos e macios, o edifício Adega Cartuxa é um verdadeiro patrimônio histórico. Na Idade Média, funcionava como Casa de Repouso dos Jesuítas. Em 1776, equipado com um lagar para a fermentação da uva, já abrigava uma adega de produção de vinhos e, como o Mosteiro da Cartuxa fica muito próximo, passou a ser conhecido como Adega Cartuxa naquela época. Em 1869, foi adquirido pela família Eugénio de Almeida, tornando-se para sempre um emblema dos vinhos alentejanos. Hoje, na Adega Cartuxa original é possível conhecer os equipamentos vitivinícolas do passado, como ânforas e depósitos de cimento. Uma nova Adega Cartuxa foi construída sob os conceitos modernos de vinificação e é lá que, atualmente, surgem alguns dos vinhos mais internacionais de Portugal sob a chancela da Fundação Eugénio de Almeida.